Dando consequência a decisão tomada no X ELAOPA de coordenar ações de Solidariedade aos companheiros(as) presos em Bariloche na Argentina, nós Organizações Sociais e Populares da região metropolitana de Porto Alegre saímos as ruas na manhã de hoje (05/02) em marcha ao Consulado da Argentina para protestar e exigir a imediata liberação dos 5 companheiros(as) que ainda se encontram presos (3 em prisão domiciliar e 2 em cárcere privado).
Com uma faixa, palavras de ordem, carro de som e panfletos esclarecendo a população de Porto Alegre o motivo de nosso Ato, nos dirigimos desde a região central da cidade até o Consulado da Argentina em que fizemos concentração e solicitamos a presença do Cônsul para que pudéssemos entregar um documento com nossas demandas. Cumprimos nosso objetivo, mas com a promessa de manter nossa mobilização e luta até que toda a companheirada seja liberada e volte à suas famílias e organizações.
Abaixo reproduzimos o panfleto distríbuido, a carta entregue ao cônsul (carimbada e assinada) e algumas fotos do ato.
Porque nossa Solidariedade é mais que palavras!
Libertad, libertad! A los presos por luchar!
X Encontro Latino Americano de Organizações Populares e Autônomas - ELAOPA
Janeiro de 2013, Rio Grande do Sul, Brasil
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TODA SOLIDARIEDADE À LUTA DO CPERS! Durante todo este ano de 2011 os trabalhadores em educação vêm tentando arrancar o cumprimento da Lei do Piso Nacional enquanto Tarso só enrola. Para piorar a situação, no final do ano letivo, o Piratini encaminha um texto de decreto estadual onde consta uma alteração do Plano de Carreira e a modificação da essência da educação pública, impondo o modelo meritocrático (o mesmo de Marisa Abreu e Yeda Crusius) e destinando o ensino médio da rede estadual para a formação de mão de obra sub-qualificada, sem nem ter o nível técnico da rede federal. Diante de tanta agressão e arrogância autoritária, os trabalhadores em educação disseram Basta! e não tiveram outra escolha a não ser confrontar com o plano neoliberal de Tarso Genro, do PT e dos seus aliados. Desde então a resposta do Piratini vem sendo uma aliança com os donos de meios de comunicação, publicando matéria paga de página inteira e utilizando os editoriais de jornais e âncoras de rádios como seus porta-vozes. Prova disso é a campanha aberta para desqualificar a greve, onde tanto a Secretaria de Educação como a mídia hegemônica, plantam informações, manipulam a opinião pública e tentam jogar a base do sindicato contra a assembleia que votou pela greve. É hora de cerrar fileiras ao lado dos professores e afirmar que Tarso, além de nariz de Pinóquio (por mentiroso), também é autoritário e cara de pau. Gritar que essa gente deixou de ser reformista para virar pelega, de direita mesmo, defensora dos projetos do Banco Mundial, da Agenda 2020, da RBS, da Farsul, da Fiergs e de todos os inimigos de classe no Rio Grande. Lembrar que a base aliada do governo tem maioria na Assembléia e se comportam igual ou pior que a base do governo de Yeda. Os trabalhadores e as trabalhadoras, que já enfrentaram os neoliberais de Yeda, Aod e o coronel Mendes como cão de guarda, não irão se calar diante de um ex-ministro da Educação que não cumpre a própria lei que assinou! Os recursos existem, mas são destinados para pagar a vergonhosa Dívida Pública com a União ou então saem pelo ralo do esgoto, indo financiar os industriais através da mamata chamada Fundopem, por sinal ampliado em outubro de 2011.Já Basta! A Tendência Sindical Resistência Popular está ao lado dos trabalhadores em educação, ao lado do Cpers na defesa de sua assembléia soberana e contra os desmandos de um governo que executa a Agenda dos parasitas do Rio Grande, a odiosa oligarquia que faz da mamata do dinheiro público sua forma de dominação. Pelo Piso Nacional Já e a imediata suspensão do projeto de mudança do plano de carreira e do ensino público da rede estadual. Chega dos desmandos dessa pelegada corrupta e autoritária. Todas e todos juntos até a vitória da greve do Cpers!
Carta de Solidariedade à FAG
Carta de solidariedade a Federação Anarquista Gaúcha
Viemos através deste manifestar nossa solidariedade a Federação Anarquista Gaúcha em repúdio a invasão e apreensão de materiais e equipamentos de sua sede em Porto Alegre operada pela polícia civil na tarde de quinta-feira, 29 de outubro, e a abertura de processo criminal por injúria, calúnia e difamação a mando da governadora Yeda Crusius e expedido pelo Ministério Público Estadual. Este ato repressivo constitui cerceamento da liberdade de expressão e o direito de reunião resultando em censura política e intento de criminalização desta organização.
Já é notório para o Brasil e também em nível internacional a política de criminalização da pobreza e do protesto que é operada por este governo. Repressão e processos judiciais sobre o Movimento Sem Terra, categorias em greve, dirigentes sindicais e mobilizações populares que fazem oposição e denúncia aos esquemas de corrupção instalados nos altos escalões do governo e das políticas do Banco Mundial que desmontam com os serviços públicos e atacam direitos dos trabalhadores. A pobreza da periferia das grandes cidades também é alvo desta política truculenta.
Com esta carta queremos pesar as justas reivindicações de fim aos processos judiciais e a devolução de todos os bens apreendidos da FAG como a garantia das liberdades democráticas que foram violadas pelo Estado.
Ouvidoria do Estado do Rio Grande do Sul - Brasil
Correio: ouvidoria@gg.rs.gov.br
Fax: 00 55* (51) 3210.4522
Procuradoria Geral de Justiça - Ministério Público Estadual
Correio: pgj@mp.rs.gov.br
Fax: 00 55* (51) 32253288
Gabinete do Ministro da Justiça - Governo Federal
Site: www.mj.gov.br
Fax: 00 55* (61) 20259556
*para chamadas internacionais.
Já é notório para o Brasil e também em nível internacional a política de criminalização da pobreza e do protesto que é operada por este governo. Repressão e processos judiciais sobre o Movimento Sem Terra, categorias em greve, dirigentes sindicais e mobilizações populares que fazem oposição e denúncia aos esquemas de corrupção instalados nos altos escalões do governo e das políticas do Banco Mundial que desmontam com os serviços públicos e atacam direitos dos trabalhadores. A pobreza da periferia das grandes cidades também é alvo desta política truculenta.
Com esta carta queremos pesar as justas reivindicações de fim aos processos judiciais e a devolução de todos os bens apreendidos da FAG como a garantia das liberdades democráticas que foram violadas pelo Estado.
Ouvidoria do Estado do Rio Grande do Sul - Brasil
Correio: ouvidoria@gg.rs.gov.br
Fax: 00 55* (51) 3210.4522
Procuradoria Geral de Justiça - Ministério Público Estadual
Correio: pgj@mp.rs.gov.br
Fax: 00 55* (51) 32253288
Gabinete do Ministro da Justiça - Governo Federal
Site: www.mj.gov.br
Fax: 00 55* (61) 20259556
*para chamadas internacionais.
Solidariedade ao MST - áudios
Manifestações das organizações e movimentos sociais presentes na atividade em Solidariedade ao MST pelo assassinato do militante e trabalhador Elton Brum em São Gabriel, pela Brigada Militar, dia 21 de agosto de 2009.
MANIFESTAÇÃO DO DIA 30 DE MARÇO (RS)
No dia 30 de março, diversos movimentos populares saíram às ruas exigindo "Fora Yeda". Queremos sim fora Yeda e fora todo o projeto político que os governantes estão impondo ao povo do Rio Grande do Sul. Yeda representa um projeto que criminaliza os movimentos sociais, destrói a educação e a saúde e ainda por cima endividou o Estado por 30 anos, fazendo um empréstimo com o Banco Mundial. Sabemos que quem está pagando essa conta somos nós, o povo pobre e trabalhador. Por isso, fomos às ruas dizer não a esse projeto. A Resistência Popular se fez presente, formando um bloco junto com outros movimentos e grupos combativos, colocando mais um tijolinho na construção do Poder Popular com o qual sonhamos. Povo na rua, é pra lutar! Pra construir o poder popular!
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