1º DE ABRIL - MEMÓRIA, VERDADE E JUSTIÇA!
Caminhantes que passavam pela Esquina Democrática paravam, conversavam e pensavam sobre a ditadura de ontem e de hoje.
Cartaz da manifestação dia 31 de março, pedindo punição aos criminosos da ditadura...
...presentes no Seminário Memória, Verdade e Justiça: Marcas das Ditaduras do Cone Sul, no Salão de Atos da UFRGS, em 1º de abril de 2011.ATO DE MEMÓRIA - 30 DE JUNHO - ESQUINA DEMOCRÁTICA

Quem mandou matar Elton Brum da Silva?
Fazemos este ato para reivindicar os torturados, assassinados e desaparecidos pela ditadura militar. Exigimos a abertura imediata dos arquivos das forças armadas que torturaram, assassinaram e desapareceram com os corpos de milhares de lutadores. O povo brasileiro tem o direito de saber quem cometeu e comete os crimes de lesa-humanidade. Temos o dever de seguir lutando pela revisão da Lei de Anistia, pacto político que perdoou os facínoras, disfarçando as viúvas da ditadura em “democratas”. O ontem é como hoje e as torturas e assassinatos continuam. Queremos Verdade, Memória e Justiça para os mandantes do assassinato do colono sem-terra Elton Brum da Silva. Os oficiais da BM que comandaram a ação continuam soltos e um soldado brigadiano pagou o pato. Somos da Resistência Popular, estamos aqui e estaremos todos os meses até fazermos Justiça. As conquistas só virão pelas forças das ruas!
Sem perdão 2010
Não esqueceremos, não perdoaremos.
Em memória da repressão de hoje, lembramos do assassinato do sem terra Elton Brum, a mando da Governdora Yeda, ocorrido em 21 de Agosto de 2009.
A memória aos crimes da Ditadura é um acordo entre as organizações autônomas que participaram do Encontro Latinoamericano de Organizações Populares Autônomas - ELAOPA - 2010, no Uruguay.
Ameaça de bomba em exposição sobre Marighella
O incidente ocorreu às 21h, no Centro Cultural da Caixa Econômica Federal, no Rio. Cerca de 150 pessoas participavam de debate e homenagem à luta contra a ditadura militar -em evento da exposição sobre o guerrilheiro Carlos Marighella. No debate, houve discursos atacando a pressão das Forças Armadas contra a comissão da verdade.
